Napp e tecnologia: desafios cada vez maiores

 

Guilherme Zenatte, CTO da Napp, fala sobre sua história e o papel da tecnologia na Napp.

Desde a adolescência, Guilherme Zenatte, um dos fundadores e hoje CTO (Chief of Tecnology Officer) da Napp, era interessado em computadores. Ao lado do irmão, Bruno Zenatte, desenvolvia websites e sistemas de banco de dados. Com o tempo e a chegada do terceiro sócio e amigo, Rui J. Arle, o foco se voltou à desenvolvimentos de maior escala, como aplicativos de produtividade. Surgiram relacionamentos importantes que abriram portas e oportunidades para os três jovens empreendedores.

O nascimento da Napp aconteceu a partir de um desafio tecnológico: integrar os sistemas de dados das lojas de um shopping e gerar informações relevantes para a sua administradora. Segundo Guilherme, o desafio parecia impossível diante da exiguidade do prazo de apenas uma semana. “Foram muitas noites em claro e muitas dúvidas, pois o escopo do projeto não estava muito bem definido. Mas eu desenvolvi da minha cabeça o que achei que deveria. Fizemos uma integração de uma loja, apresentamos o sistema e eles adoraram!”, explica Guilherme. O desafio de seis anos atrás, hoje, é o principal produto da Napp, o Esphera Mall.

O time de tecnologia da Napp

Atualmente, a área de tecnologia da Napp comandada por Guilherme é composta de técnicos, analistas e desenvolvedores. Ele destaca que a ideia é sempre formar o profissional “dentro de casa”. O técnico faz o trabalho inicial de conexão das lojas de um shopping. O analista já é um profissional mais experiente que faz as validações do sistema conferindo a entrega dos dados pelos conectores e integrando conectores usando Batching e Streaming processing. Já os desenvolvedores atuam nas melhorias essenciais dos produtos e na criação de outras interfaces, de acordo com as necessidades dos clientes e evoluções tecnológicas do mercado. “Procuramos formar o profissional aqui dentro, começando lá nas atividades mais básicas e vamos dando oportunidades de evolução para que quando ele chegar no desenvolvimento, já conheça toda a base e as responsabilidades que se esperam dele”, diz o CTO da Napp.

“Quero sempre desafios bem complexos! Essa é a nossa cara! Esse é o DNA da Napp!” – Guilherme Zenatte, CTO da Napp

Formação e mão-de-obra

Guilherme comenta que há muita dificuldade para contratar mão-de-obra capacitada na área de tecnologia. A demanda por este profissional no mercado é muito grande e, por isso, a opção para a Napp tem sido formar esse profissional iniciante. “Recebemos muita gente bem formada pela Escola Técnica local, que vem com uma boa base. A partir disso, vamos formando esse profissional nas especificidades que temos aqui”, comenta. Mas ele destaca a importância desse candidato à carreira de desenvolvedor ter curiosidade e ser autodidata. “Queremos pessoas diferenciadas. Não importa muito a linguagem que ele domina. O importante pra nós é que esse profissional tenha essa sede por saber mais, por pesquisar, que seja curioso e estude por conta. Esse é o perfil que queremos aqui”, explica.

Tecnologia e o futuro da Napp

Guilherme revela tranquilidade quanto aos desafios que a tecnologia – em constante evolução –  trará para a empresa no futuro. Para ele, encarar e vencer desafios grandes e difíceis está no DNA da Napp e, por isso, ele não se assusta com o que virá. Para ele, as novas parcerias que estão sendo firmadas com grandes players do mercado mundial sinalizam que desafios enormes virão. “O nosso futuro não vai ser simples, não vai ter tranquilidade. Vai ter dificuldade e muita tecnologia envolvida. Trabalhar aqui é pesado: tem que estudar, tem que conhecer coisas novas. Mas nosso ambiente é muito bom e propicia o desenvolvimento do time para encarar esses desafios. Quero sempre desafios bem complexos! Essa é a nossa cara! Esse é o DNA da Napp!”, conclui Guilherme.

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